No final de agosto de 2017, Kai Knuutila assumiu o comando da gerência de Digitalização, uma função recém-criada na Glaston. Seu objetivo será potenciar a Internet Industrial das Coisas (IIoT) nos equipamentos de processamento de vidro e promover as soluções dentro da empresa que conduzam a um futuro mais brilhante, abraçando o poder da nova tecnologia.

“Eu sou um grande crente da tecnologia em geral. A partir da minha experiência profissional anterior, vivi em primeira mão a criação e implementação de inovações extraordinárias por parte da indústria do silício – e que agora são habituais em nossa vida. Em 2012, não podíamos nem imaginar algumas coisas que a tecnologia nos proporciona hoje. Portanto, é difícil pensar onde estaremos em 2020 e em todas as possibilidades que ainda não conhecemos!” , afirma Kai com entusiasmo.

Este finlandês começou a carreira na Nokia em 1998, onde esteve 13 anos, desempenhando vários papéis diferentes, incluindo design e arquitetura, e em muitas equipes distintas. Quando a Nokia modificou seu rumo de negócios, Kai passou a trabalhar para a Intel Corporation, que acabava de inaugurar uma unidade em Tampere, na Finlândia.

Ele trabalhou na arquitetura de plataforma da Intel por quatro anos, ajudando a grande empresa norte-americana de processadores a compreender melhor os celulares da Nokia. Kai trabalhou na arquitetura de software e em performance de sistema. Quando a Intel decidiu parar de se concentrar nos smartphones, ele entendeu que era hora de seguir em frente.

Graças à sua experiência com as tecnologias que permitem o IIoT, tanto na Nokia quanto na Intel, foi fácil para ele encontrar espaço em uma startup chamada Trelab, que se concentra em sensores sem fio que medem a vibração, a inatividade e outros dados de desempenho de máquinas, como as de processamento de vidro. Embora a Trelab seja uma das parceiras comerciais da Glaston, Kai já conhecia a fornecedora de máquinas de processamento de vidro desde muito antes – sua mãe trabalhou na Glaston, antiga Tamglass.

“A Nokia era uma grande empresa e a Intel maior ainda. Ao longo do tempo, minha paixão foi mudando e reside agora em uma empresa menor, mas também líder em tecnologia. Portanto, foi a época certa para assumir o posto de gerente de Digitalização da Glaston, contribuindo com minha experiência e conhecimento. Estou feliz em poder ajudar com minha visão e competência na minha nova função de criação de um plano concreto para implementar a IIoT e fazer com que ela tenha sucesso”, diz Kai.

Kai também planejou o primeiro Hack the Glass – Hackathon, um evento realizado em Tampere em novembro de 2017, para promover o potencial da digitalização ao processamento de vidro, permitindo que um grupo de 70 desenvolvedores de software, startupers e pesquisadores se juntasse e explorasse novas soluções para superar os desafios apresentados.

“O futuro tem tudo para ser brilhante para a Glaston e para todos os que estão prontos para abraçar novas oportunidades tecnológicas.”